Final alternativo do Oi Oi Oi

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Essa semana acaba a novela das nove.

Possivelmente, Avenida Brasil seja a novela mais falada nas mídias sociais na história.

Revistas e jornais tem especulado sobre o desfecho. Então, resolvi deixar aqui o que talvez ocorra. Ou não.

Quem matou o Max foi o Cadinho, que vai por a culpa no Jimmy, voltar a ser rico e adicionar a Ivana ao seu harém.

Carminha foge com Zezé e vão morar na Bolívia, terra natal da Suellen, que por sua vez adiciona Iran na relação e termina dividindo a laje com os três.

Débora após ser trocada por Suellen, encontra o verdadeiro amor com a frentista Betânia.

Tufão e Adauto voltam a jogar e formam a seleção de masters junto com Índio, Gilberto Silva, Rivaldo, Rogério Ceni, Juninho Pernambucano, Marcos Assunção, Paulo Baier e outros.

Albieri mata a professora Santana e é alvejado pelo BOPE, que chega de helicóptero no lixão com direito a participação do capitão Nascimento.

Nilo reaparece dando uma entrevista antes de morrer dizendo que o lixão na verdade era uma experiência e que ia escrever um livro e publicar um documentário com patrocínio do governo federal e apoio de uma ONG.

Nina e Jorginho vão para os EUA, se separarão no primeiro mês e lá ela trabalhará de garçonete num clube de strip enquanto ele jogará no LA Galaxy com David Beckham.

Monalisa desiste dos homens, se casa com Olenka e abrem franquias do salão por todo o país, inclusive patrocinando o Divino, que ganha do Palmeiras e sobe para a primeira divisão.

Lúcio vira ator pornô na produtora de Soninha Catatau e dá uma casa para sua mãe, Janaína, que finalmente sai do Divino.

Ágata emagrece e vira modelo, ganhando inclusive o prêmio de Menina Fantástica.

Begônia reaparece e fica com Diógenes, que perdeu Dolores (Soninha Catatau) para a indústria pornográfica.

Pilar, a mãe de Alexia, encontra um coroa rico, empresário de futebol italiano, num jogo do Divino, e vai com ele para a Europa.

Muricy fica com Leleco e ambos adotam seis das crianças do Lixão.

Silas ganha na loteria e vai morar com Darkson e Tessália na Zona Sul, no apartamento que era da Monalisa.

Mano Menezes fará uma ponta convocando Leandro, Roni e Jorginho para a seleção que vai disputar a Copa 2014.

Werner Schunemann aparecerá como um motorista cauteloso contratado por Tufão e que terá o bordão “chega de carro sem airbag”.

Juliana Paes será Gabriela, a nova cozinheira baiana da casa da família Tufão.

Na cena final todos aparecerão de branco cantando o tema de final de ano da Globo.

Um pouquinho de eleições

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Terminadas as eleições em Porto Alegre, algumas palavras sobre o pleito.

Em primeiro lugar, a cidade e o estado economizam muito dinheiro ao não ter segundo turno, e isso é bom. E fica o registro dos parabéns ao prefeito José Fortunati, que pode não ser perfeito, mas tem trabalhado em prol da cidade. 65% dos votos válidos mostra duas coisas: o trabalho de Fortunati tem sido reconhecido pela cidade e os adversários eram muito fracos, apostando principalmente em atacar o governo atual em detrimento de novas propostas.

O resultado das urnas também mostra que o PT encolheu, e muito, seja pela falta de carisma do candidato Villaverde, seja pela ausência dos parceiros históricos PC do B e PSB, que estavam com Manuela, seja pelos escândalos recentes, principalmente o mensalão.

Uma grande alegria foi a eleição do João Derly para vereador, com a segunda maior votação (atrás de Pedro Ruas). Há pouco mais de um ano, conheci o João num churrasco. Cheguei e estava lá aquele cara, num canto, contando piada. Fiquei impressionado com o carisma e principalmente com a humildade dele. O cara foi bicampeão mundial de judô e levava as medalhas pra cima e pra baixo, em uma latinha de papel higiênico Neve. De lá pra cá, pude acompanhar mais de perto que pessoa sensacional é o Derly, o mesmo que joga bola com a gurizada, que vê o mundo com olhos positivos e que não se deslumbra com nada. Só tenho a parabenizar e esperar que ele faça um mandato tão bom quanto a pessoa que é.

Outras alegrias: a capital dos gaúchos não elegeu nenhum dos chamados “candidatos bizarros”, assim como também não vai dar mandato a candidatos que o grande mérito era ser “filho de fulano”, “neto de beltrano” ou “noivo da cicrana”. Mostra maturidade das pessoas, da mesma forma que o único ex-jogador de futebol eleito foi o já vereador Tarciso, que eu conheço há mais de vinte anos e que faz um trabalho social bacana.

Curiosidades: na eleição anterior, a legenda mais votada foi a do PMDB, partido (e número) do candidato eleito José Fogaça. A legenda do PDT fez poucos votos. Agora com o candidato eleito Fortunati, do PDT, a legenda do partido foi a mais votada, o que mostra claramente que muitas pessoas se confundem na hora do voto para vereador e digitam o número do candidato a prefeito. Outra, o PP (11) tem emplacado entre os mais votados em todas as eleições os candidatos com números 1111 e 11111, seja para vereador, deputado estadual ou federal. O número (e a ignorância de alguns eleitores) tem tornado candidatos, digamos, médios desse partido grandes forças políticas. E pra terminar, nenhum candidato que se baseou na internet foi eleito, as eleições ainda se decidem off-line.

Enfim, acabou. Chega de cavaletes poluindo a cidade. Chega de santinhos espalhados pelo chão. Chega de promessas e bizarrices. Pelo menos pelos próximos dois anos.

Os carros no Brasil

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Em 1990, Fernando Collor assumiu a presidência do país e falou que os carros nacionais eram carroças comparados aos do resto do mundo. E abriu as importações.

Passados mais de vinte anos, o que vemos é que os carros nacionais continuam muito abaixo dos similares estrangeiros, as marcas que antes não estavam no país entraram na zona de conforto e passaram a ser mais do mesmo.

A VW, que nunca foi muito legal com o consumidor mesmo, lançou o Fox em 2003 para ser o modelo mais barato da marca, abaixo do Gol. Mas como o mercado aceitou pagar mais, acabou deixando o modelo um patamar acima. Tentou exportar para a Europa e foi um fracasso de vendas.

A Renault, instalada no Paraná, trouxe para o país os carros da sua subsidiária de baixo custo romena, a Dacia. Inicialmente a idéia era que Logan e Sandero custassem menos que o modelo de entrada da marca, o veterano Clio. Mas o mercado mais uma vez aceitou pagar mais e consumir carros de baixo custo (e baixa qualidade) pagando mais por isso.

Quando vieram os chineses, em especial JAC e Chery, se pensou que haveria uma revolução. O QQ teria preço de menos de 20 mil reais completo, mas o próprio importador disse que sofreu pressão dos concessionários para subir o valor para 23900, mesmo o carro chegando ao Brasil com todos impostos, cerca de 12 mil reais. A JAC jogou o J3 a 37900, o IPI subiu e mesmo assim ela baixou o valor para até 34900 em promoções, mostrando que mesmo com esse valor ainda há uma boa margem de lucro.

A Honda vende o City aqui por mais de 50000 e exporta o mesmo para o México, onde ele é vendido pela metade do preço. Com certeza, o problema não são só os impostos. Agora a Toyota lança o Etios, um carrinho sem graça, praticamente um Logan/Sandero com pedigree japonês. E preço de Veloster nos EUA.

Por falar em Veloster, a Hyundai (e a Kia) são sinônimos nos EUA e Europa por terem uma ótima relação custo/benefício em seus carros. O que não acontece aqui. Nos EUA, o i30 (modelo novo) custa mais que o Veloster. Aqui, o Veloster (que de esportivo tem só a aparência) é vendido por quase 50% mais que o hatch mais potente. Porque o mercado comprou a aparência nova do modelo, mesmo tendo ele o mesmo motor usado no Soul e no Cerato. Vale ressaltar que nos EUA o Soul custa menos que o Cerato, afinal, é um modelo mais simples. Mas o mercado brasileiro tem dessas bizarrices, e aqui, vendido como “carro design”, o Soul custa mais.

Ainda falando de Hyundai, só aqui o modelo antigo do Tucson continua sendo vendido, o ix35 o substituiu. Ah, e o ix35 custa praticamente o mesmo que o i30 (Elantra GT) nos EUA. Aqui, o modelo antigo custa 10 mil a mais que o i30. E o modelo novo mais ainda, custando o mesmo que o Veloster. Não faz sentido algum, eu sei, mas é o Brasil.

Dúvida? Só ver o site da Hyundai USA.

Ted e a hipocrisia

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Na semana passada, assisti Ted em pré-estréia.

Achei bacana e dei muitas risadas com o filme do Seth MacFarlane.

A saber, o cara que criou Family Guy, American Dad e The Cleveland Show. Pra quem já assistiu ao menos um desses desenhos, fica claro o humor nonsense do cara.

O trailer português do filme (bem diferente do brasileiro):

O filme tem classificação indicativa de 16 anos.

Pois bem que um deputado levou o filho de 11 para assistir e achou absurdo, querendo proibir o filme no País.

O deputado em questão é do PC do B, o que prova que não existe mais direita e esquerda no Brasil, já que conservadorismo (e até evangélicos) aparecem nos quadros de partidos ditos ~comunistas~.

Na boa, deputado, menos. Bem menos. Se é pra ser hipócrita, que se proibam as músicas do Latino. Além de serem versões toscas de hits internacionais, suas letras são mais ofensivas à “moral e bons costumes” que um filme que o seu filho não deveria ter visto.

E quem tem acima de 16 anos e vai ao cinema espera-se que tenha discernimento para saber o que é humor, o que é ironia e, principalmente, o que é certo e o que é errado.

Querer proibir o filme é uma bobagem sem tamanho. Liberdade de expressão.

Eleições em Porto Alegre

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Eu tenho assistido o horário eleitoral em Porto Alegre. E dá pra ver que o mote das campanhas não muda.

Como assim? Simples, há um padrão nos programas, que pode ser resumido assim:

  • Fortunati: “a cidade está boa e vai melhorar”, “sofro ataques dos outros candidatos”;
  • Manuela: “trabalhei com a Dilma”, “renovação”, ataques à atual gestão, omissão do nome e do logo do PC do B;
  • Villaverde: “mesmo partido do governador e da presidente”, Lula, Tarso, Pont e Olívio, ataques à atual gestão;
  • Wambert: “pelo fim da EPTC”, “oposição de verdade ao PT”, ataques ao governo federal;
  • Robaina: “Roberto Neles”, “todos são ruins”, “esquerda de verdade”, Petracco, Luciana Genro;
  • Érico: “Passagem a um real”, “todos são ruins”, “esquerda de verdade”, “único a não ter apoio de empresas”;
  • Jocelin: “Aeromóvel”, “educação é o caminho”, “federalizar os professores”.

Então, se alguém perdeu um programa, não vai sair muito disso.

O legal mesmo são os candidatos a vereador, muitos deles lendo descaradamente, alguns não sabendo nem falar direito, e pior, vários prometendo coisas que são da esfera estadual ou federal.

Não tem mais bobo?

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Quando Galvão Bueno criou o bordão “não tem mais bobo”, deu pra aplicar em um monte de coisa.

Mas na real, tem bobo sim. E muito.

E as redes sociais provam isso, disseminando em nível mundial as chamadas “lendas urbanas”.

Pessoal não perde 15 segundos pra procurar no Google se a informação tem um quê de real ou não.

Daí acontece algo como isso: MAIS DE 500 MIL ENGANADOS NO FACEBOOK.

E um anúncio desses certamente vai ter gente clicando.

Dá pra acreditar?

Sério, isso é real. Vi no UOL, se não me engano.

Pôneis malditos?

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A torcida do Grêmio elegeu outro maldito…

Força, Fabinho!

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O sucesso dos sites de compras coletivas

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Atualmente, o que mais tem na internet brasileira é site de compra coletiva.

Inclusive, já tem site de compra coletiva que vende sites de compra coletiva. Tenso.

Mas a real é que a maioria deles tem feito sucesso no país, e uma pesquisa encomendada pelo Datafoda-se em vários países mostra o que mais se tem comprado de produtos e serviços nestes sites, no Brasil e no resto do mundo (sim, a moda é mundial).

Brasil:
1. Escova Progressiva
2. Comida Japonesa
3. Depilação

Argentina:
1. Passagens pro Brasil
2. Camisas do Maradona
3. Revelação de fotos (da viagem pro Brasil)

Uruguai:
1. Doce de Leite
2. Alfajor
3. Combo (Doce de leite + alfajor)

Cuba:
1. Bote inflável p/ atravessar pra Miami
2. Jangada p/ atravessar pra Miami
3. Caiaque p/ atravessar pra Miami

Estados Unidos:
1. Armas
2. Fast-food
3. Ingresso p/ jogo de baseball

Rússia:
1. Vodka (barril de 50l)
2. Vodka (barril de 25l)
3. Vodka (garrafão de 10l)

Portugal:
1. Depilação de bigode (feminino)
2. Vinho do Porto
3. Pastel de Santa Clara

Espanha:
1. Ingresso p/ tourada
2. Ingresso p/ jogo do Real Madrid
3. Parrilla

Japão:
1. Fantasias de anime
2. DVDs de anime
3. Videogames de anime

Escócia:
1. Uísque / 12 anos
2. Uísque / 15 anos
3. Uísque / 18 anos

Tailândia:
1. Operação p/ troca de sexo
2. Operação p/ aumento dos seios
3. Operação p/ diminuir o gogó

Suíça:
1. Chocolate
2. Relógios
3. Queijos

Jamaica:
1. Marijuana
2. Papel de Seda
3. Isqueiro

México:
1. Excursão com coiotes p/ entrar nos EUA
2. Tequila
3. Nachos

Índia:
1. Passagem (só ida) para Dubai
2. Passagem (só ida) para Londres
3. Passagem (só ida) para Nova York

Itália:
1. Ingresso pra festa privada com o Berlusconi
2. Pacote de proteção com a máfia
3. Pizza

Sacaneando adesivos da “Família Feliz”

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